quarta-feira, 4 de março de 2009

Pene ao manjericão















Confesso que assisti muitas novelas globais...cresci assistindo Irmãos Coragem, um faroeste caboclo, acontecido em Goiás e que acabou sendo a primeira cidade cenográfica da TV brasileira. Em seguida vi assustada Dias Gomes nos brindar com personagens inusitados como o inesquecível lobisomem do professor Aristóbulo de Saramandaia; mas nada marcou tanto que a adaptação de Walter George Durst da obra de Jorge Amado. Uma obra saborosa, sendo a primeira novela brasileira a ser exibida em Portugal, abrindo caminho para atrizes como Sônia Braga e posteriormente Lucélia Santos com sua Escrava Isaura, para o estrelato. E foi a partir de Gabriela Cravo e Canela de Jorge Amado que a ficção brasileira se rendeu ao universo feminino, surgindo uma rica variedade de personagens como Dona Flor, Tieta, Iracema, Capitú, entre outras.
Nos anos oitenta e noventa acompanhei muito pouco a telematurgia tupiniquim, pois foi o período de faculdade, dos livros, dos movimentos estudantis, dos filhos, das tranformações naturais que a vida nos impõe.
Em 2003 influenciada pela magnífica trilha sonora da novela Mulheres Apaixonadas , e recentemente conferi os últimos capítulos no Vale a Pena ver de Novo, com um olhar bem mais crítico. O folhetim de Manuel Carlos prima ao produzir anti-heroínas arrebatadoras, mas navega em areias movediças com a personagem de Helena Ranaldi, onde a dita professorinha de Educação Física revela em plena festa de formatura do colégio, que viveu uma linda história de amor com um aluno.
Oscar Wilde, brilhante escritor irlandês, já dizia no século XIX, que a vida imita muito mais a arte do que a arte imita a vida. O que acontece conosco quando entramos no jogo dos intricados significados da arte? O que é verdade e o que é ficção?
No caso do folhetim global, a professora ultrapassa todos os limites éticos se envolvendo com menor, morto prematuramente graças ao envolvimento com ela, e engravidando do mesmo. Fatos iguais em países civilizados são punidos exemplarmente que infelizmente na referida trama, é aplaudido com emoção por pais, professores e alunos. Perdemos assim efetivamente a capacidade de medir com a intuição a verdade do que nos é apresentada. Ainda assim, muitas histórias permaneceram na memória da humanidade, sempre representadas em uma ou outra obra de arte, seja em que campo for.
A receita que passo é básica e bem magrinha, ideal pra manter a forma e brindar as novas conquistas que nós mulheres temos alcançado nas últimas décadas. E nada melhor para acompanhar essa massa que esse Chardonnay, safra 2007 da vinícola Perini. Um branco jovem, de aromas intensos e frutas pronunciadas. O sabor é bastante harmônico, ideal pra enfrentar as altas temperaturas desse final de verão tropical.


Ingredientes:
-500g de macarrão tipo Penne
-1 kg de camarão
-3 dentes de alho
-manjericão à gosto
-azeite o quanto baste
-alho poró
-pimenta do reino branca
-1 limão
Modo de Preparo:
Cozinhe a massa e reserve. Limpe os camarões e deixe 10 minutos na água com limão, sal e pimenta. Pique o alho e corte-os em cubos, faça o mesmo com a parte branca do alho poró. Regue uma frigideira com azeite e salteie os camarões com os temperos. Assim que os camarões mudarem de cor, acrescente mais azeite e junte a massa.


Sônia Braga encarnando a inesquecível Gabriela












Leila Diniz, revolucionou os costumes de sua época

















musa pop, legítima representante da independência feminina











Suzana Balbo, primeira mulher enóloga argentina.

5 comentários:

Romaine Carelli disse...

O biscoito é excelente...
Fica bom tb com um vinho de sobremesa tipo um Colheita Tardia.
Adorei seu blog.

Cal Moreira disse...

A novela Casarão, que a Globo passou na década de 70, embora fosse uma criança naquela época, me marcou profundamente. Pela primeira vez uma novela apresentava uma história não linear. O enredo passeava entre presente, passado tendo como pano de fundo uma história de amor que atravessou os tempos...Gostei do seu blog. Apareça lá no meu, o Maça do Amor (blig.ig.com.br/primeiramordida)e depois me diga o que achou.
Um abraço
Cal Moreira

Helmir O. Rodrigues disse...

O Pene ao manjericao veio bem a calhar nesse fim de semana. Ja planejava preparar um jantar para minha namorada, em homenagem ao dia Internacional da Mulher e qd entrei no seu blog (ja venho pondo os olhos aqui ha um tempo) adorei a receita e achei por bem faze-la. Ela adorou e eu tb!! Proximo prato q farei será o Risoto ao matadeiro. Alguma dica de vinho q harmonize bem com esse prato? pensei em fazer como acompanhamento uma salada com bacalhau, sera q combina? parabens pelo blog e tb pelo dia!!
abraços!

Rosa Maria Martins Moraes disse...

Querido Helmir, muito obrigada pela atenção...o risoto harmoniza tanto com brancos frutados, como também com um belo rosé. Já a salada de bacalhau pode apostar num branco amadeirado ou num tinto magro. Agora o espumante é mais romântico...estourar a bebida sempre causa um certo frision...tua namorada vai encantar com as borbulhas, pode apostar! Vá de espumante Brut Rosé Casa Perini, elaborado com uvas da variedade Chardonnay, Gamay e Pinot Noir. A versatilidade do espumante garante a harmonização, além de combinar com o nosso clima. Sirva bem gelado e sucesso!!!

xxinerser disse...

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